O que fazer quando tudo se passa assim? Quando o que sentimos é um misto de tudo o que já sentimos de outras vezes e, infelizmente, não só as coisas boas?
Tu não sabes o que é sentir isto para alguém como eu. Não sabes o que é sentir isto, agora, para alguém como eu. Neste momento, sou em tudo diferente do que era há pouco tempo. Fizeste-me isto?
Não posso descartar as culpas em ti; sim, foi eu quem mudou e tu nada tens com isso. E, no entanto, embora tenha mudado, continuo tão igual a mim mesma... tão fiel ao que sou no meu estado mais puro, mais meu. Será que, por isso, não posso chamar-lhe mudança? Sentir e responder de forma diferente ao que costumo não é mudar? Não será mudar o facto de ter-me libertado daquela capa de dureza, daquele ar fechado, daquilo que dizem que me caracteriza face às pessoas? - pessoas, e não amigos.
Acho que sim. Neste momento, estou diferente. Só o facto de sorrir já difere do que era, mas gosto tanto de sorrir! - sorrir, e não rir, como faço e fazemos, nós, habitualmente.
Sou tão igual ao que sempre fui e quis ser, bem no fundo. E já não sou nada do que aquilo a que estão habituados.
Acho que, no fundo, cresci. Em dias, cresci. Deixei a vergonha, deixei a rudeza, a dureza, deixei, até, o compromisso, esse compromisso que parece parte vital de mim... e agora sinto-me bem, feliz.
E sorrio, e vou sorrindo.
by Bá*
Tu não sabes o que é sentir isto para alguém como eu. Não sabes o que é sentir isto, agora, para alguém como eu. Neste momento, sou em tudo diferente do que era há pouco tempo. Fizeste-me isto?
Não posso descartar as culpas em ti; sim, foi eu quem mudou e tu nada tens com isso. E, no entanto, embora tenha mudado, continuo tão igual a mim mesma... tão fiel ao que sou no meu estado mais puro, mais meu. Será que, por isso, não posso chamar-lhe mudança? Sentir e responder de forma diferente ao que costumo não é mudar? Não será mudar o facto de ter-me libertado daquela capa de dureza, daquele ar fechado, daquilo que dizem que me caracteriza face às pessoas? - pessoas, e não amigos.
Acho que sim. Neste momento, estou diferente. Só o facto de sorrir já difere do que era, mas gosto tanto de sorrir! - sorrir, e não rir, como faço e fazemos, nós, habitualmente.
Sou tão igual ao que sempre fui e quis ser, bem no fundo. E já não sou nada do que aquilo a que estão habituados.
Acho que, no fundo, cresci. Em dias, cresci. Deixei a vergonha, deixei a rudeza, a dureza, deixei, até, o compromisso, esse compromisso que parece parte vital de mim... e agora sinto-me bem, feliz.
E sorrio, e vou sorrindo.
by Bá*

